quarta-feira, 31 de julho de 2013
Palavras ...
"Concorda com Jesus e trabalha. O caminho para Deus está subdividido em verdadeira infinidade de planos. O espírito passará sozinho de uma esfera para outra. Toda elevação é difícil, mas somente aí encontramos a vitória real.
Recorda a “porta estreita” das lições evangélicas e caminha. Quando seja oportuno, Jesus chamará ao teu labor os que possam concordar contigo, em seu nome. Dedica-te ao Mestre em todos os instantes de tua vida. Serve-o com energia e ternura, como quem sabe que a realização espiritual reclama o concurso de todos os sentimentos que enobreçam a alma."
"— Saulo, para certeza da vitória no escabroso caminho, lembra-te de que é preciso dar: Jesus deu ao mundo quanto possuía e, acima de tudo, deu-nos a compreensão intuitiva das nossas fraquezas, para tolerarmos as misérias humanas.."
(Abigail - Livro PAULO e ESTÊVÃO - Emmanuel - Pág. 186 e 187) terça-feira, 30 de julho de 2013
MISERICÓRDIA - DEFINIÇÃO
"Misericórdia é um sentimento de compaixão,
despertado pela desgraça ou pela miséria alheia. A expressão
misericórdia tem origem latina, é formada pela junção de miserere (ter
compaixão), e cordis (coração). "Ter compaixão do coração", significa
ter capacidade de sentir aquilo que a outra pessoa sente, aproximar seus
sentimentos dos sentimentos de alguém, ser solidário com as pessoas." (http://www.significados.com.br/misericordia/)
sexta-feira, 26 de julho de 2013
PACIÊNCIA
"7. A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos; não vos aflijais, pois,
quando sofrerdes; antes, bendizei de Deus onipotente que, pela dor, neste mundo,
vos marcou para a glória no céu.
Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.
A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.
Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo."
Um Espírito amigo. (Havre, 1862.)Livro dos Espíritos - Cap. IX
Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.
A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.
Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo."
Um Espírito amigo. (Havre, 1862.)Livro dos Espíritos - Cap. IX
CARIDADE
"O
verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entende Jesus, é benevolência
para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, perdão das
ofensas." (Resposta dos Espíritos Superiores à pergunta 886 de O Livro dos
Espíritos).
O Amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, porque amar ao
próximo é fazer-lhe todo o bem possível, que desejaríamos que nos fosse
feito. Tal é o sentido das palavras de Jesus: "Amai-vos uns aos outros,
como irmãos".
A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, mas abrange todas as
relações com os nossos semelhantes, quer se trate de nossos inferiores, iguais
ou superiores. Ela nos manda ser indulgentes porque temos necessidade de
indulgência, e nos proíbe humilhar o infortúnio, ao contrário do que
comumente se pratica. Se um rico nos procura, atendemo-lo com excesso de
consideração e atenção, mas se é um pobre, parece que não nos devemos
incomodar com ele. Quanto mais, entretanto, sua posição é lastimável, mais
devemos temer aumentar-lhe a desgraça pela humilhação. O homem
verdadeiramente bom procura elevar o inferior aos seus próprios olhos,
diminuindo a distância entre ambos. (Allan Kardec)
HUMILDADE
Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha
de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário,
tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus
lhe concedeu.
Romanos 12:3
Romanos 12:3
quinta-feira, 25 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
II – A Indulgência
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
JOSÉ
Espírito Protetor, Bordeaux, 1863
"16 –
Espíritas, queremos hoje vos falar da indulgência, esse sentimento tão
doce, tão fraternal,que todo homem deve ter para com os seus irmãos, mas
que tão poucos praticam. A indulgência não vê os defeitos alheios, e se
os vê, evita comentá-los e divulgá-los. Oculta-os, pelo contrário,
evitando que se propaguem, e se a malevolência os descobre, tem sempre
uma desculpa à mão para os disfarçar, mas uma desculpa plausível, séria,
e não daquelas que, fingindo atenuar a falta, a fazem ressaltar com
pérfida astúcia.
A indulgência jamais se
preocupa com os maus atos alheios, a menos que seja para prestar um
serviço, mas ainda assim com o cuidado de os atenuar tanto quanto
possível. Não faz observações chocantes, nem traz censuras nos lábios,
mas apenas conselhos, quase sempre velados. Quando criticais, que
dedução se deve tirar das vossas palavras? A de que vós, que censurais,
não praticastes o que condenais, e valeis mais do que o culpado. Oh,
homens! Quando passareis a julgar os vossos próprios corações, os vossos
próprios pensamentos e os vossos próprios atos, sem vos ocupardes do
que fazem os vossos irmãos? Quando fitareis os vossos olhos severos
somente sobre vós mesmos?
Sede,
pois, severos convosco e indulgentes para com os outros. Pensai naquele
que julga em última instância, que vê os secretos pensamentos de cada
coração, e que, em conseqüência, desculpa freqüentemente as faltas que
condenais, ou condena as que desculpais, porque conhece o móvel de todas
as ações. Pensai que vós, que clamais tão alto: “anátema!” talvez
tenhais cometido faltas mais graves.
Sede indulgentes meus amigos, porque a indulgência atrai, acalma, corrige, enquanto o rigor desalenta, afasta e irrita."
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